É urgente aprovar leis que modernizem o setor elétrico, diz presidente de Conselho da CNI

01/07/2021

A afirmação é de Marcelo Thomé, presidente do Conselho de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Coemas) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em reunião do Coemas em que especialistas e representantes do governo discutiram medidas para segurança hídrica e energética.

Entre as propostas defendidas pelo setor industrial, está a criação de um mercado livre de energia no país. Outro desafio é dar resolução mais ágil às demandas ambientais e de comunidades indígenas em relação à instalação de novas usinas hidrelétricas. “Quando se analisa os impactos é importante considerar as emissões de CO 2 por termos de usar térmicas em vez de hidrelétricas”, destacou Thomé.

Diversificação da matriz
Domingos Andreatta, secretário adjunto de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME), afirma que a atual crise energética não se compara às de 2001 e 2014 porque hoje o Brasil é menos dependente das usinas hidrelétricas. Ele destacou que houve crescimento de outras fontes renováveis, com destaque para a eólica. De acordo com o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, o que permite o país passar por essa crise energética com mais tranquilidade é a tendência de diversificação da matriz elétrica brasileira e o maior intercâmbio energético entre as regiões, com maior capilaridade do sistema de transmissão.

Leia mais na reportagem da Agência CNI de Notícias em https://bit.ly/3y8QoHU.

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