Estudo do IBGE mostra avanço da indústria de extração no país

24/06/2020

Em uma década, a indústria extrativa aumentou em 5,1 pontos percentuais (p.p.) sua participação na produção industrial do país, “roubando espaço” da indústria de transformação. É o que mostra Pesquisa Industrial Anual (PIA), divulgada no início de junho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Relativos a 2018, os dados do IBGE apontam que a participação da indústria extrativa na geração de valor para o setor atingiu sua máxima histórica, de 14,7% em 10 anos. Em 2009, por exemplo, esse percentual era de 9,6%. Hegemônica, a indústria de transformação viu sua representatividade recuar de 90,4% para 85,3% em igual período.

De acordo com o IBGE, as atividades que mais contribuíram para a expansão da indústria extrativa foram os segmentos de minerais metálicos e de petróleo e gás natural. Em 1 anos, os dois setores registraram aumento, respectivamente, de 3,9 p.p. e de 3,7 p.p. do valor agregado ao mercado.


Já a indústria de transformação sofreu impacto negativo da fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, que encolheu 3,8 p.p. na década. Em contrapartida, a fabricação de produtos químicos aumentou sua participação em 1,3 p.p. em igual período.

A fabricação de produtos alimentícios se manteve no topo do ranking. Em 2018, respondeu por 18,3% do valor agregado à transformação industrial, com ganho de 2,6 p.p. em 10 anos. Na segunda posição, permaneceu a fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis.

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